quinta-feira, 2 de maio de 2019
quinta-feira, 25 de abril de 2019
25/04/2019 Blogquest: uma das possibilidades de utilização dos blogs no processo de aprendizagem
Referência:
BOEIRA, Adriana Ferreira. BOEIRA, Jocelâine Minella. SOARES, Eliana Maria do Sacramento. Blogquest: uma das possibilidades de utilização dos blogs no processo de aprendizagem. Disponível em http://www.br-ie.org/pub/index.php/sbie/article/view/1444 .Acesso em: 22 abr. 2019.
Considerações:
O artigo trata da utilização de blogs na educação, especialmente o blogquest, que é uma versão do webquest. Traz uma discussão sobre os métodos de ensino aprendizagem e a inserção das tecnologias digitais na sala de aula.
O blogquest serve para orientar as pesquisas dos estudantes, especialmente as que envolvem informações na internet, em que a quantidade de informação é enorme e os alunos podem facilmente se confundir. Ou seja, o objetivo é a aprendizagem através da pesquisa na internet de maneira prazerosa e significativa, sempre orientada pelo professor.
O blogquest serve para orientar as pesquisas dos estudantes, especialmente as que envolvem informações na internet, em que a quantidade de informação é enorme e os alunos podem facilmente se confundir. Ou seja, o objetivo é a aprendizagem através da pesquisa na internet de maneira prazerosa e significativa, sempre orientada pelo professor.
A blogquest apresentada no artigo sugere a seguinte estrutura:
- Início: corresponde a página inicial, dando as boas-vindas aos estudantes e situando o tema em que será abordada essa blogquest.
- Desafios: tarefas guiadas pelo criador da blogquest, que desafiam os alunos a pesquisarem e realizarem as tarefas propostas. Os enunciados devem ser claros e bem explicados, a fim que o aluno não precise do professor para entender a proposta.
- Processo: está intimamente ligado aos desafios, pois esclarece que os desafios serão desenvolvidos individualmente com o auxílio dos colegas.
- Recurso: lista de links, vídeos, material a ser utilizado pelos alunos durante a realização dos desafios.
- Avaliação: destacava importância do registro, no espaço destinado aos comentários, de sugestões e críticas sobre a blogquest utilizada pelos participantes. Além disso, o registro sobre as dificuldades para realizar os desafios propostos.
- Conclusão: informações adicionais, conclusão do tema da webquest, o ponto comum em que todos devem chegar.
- Créditos: Nome e contato dos criadores da blogquest.
Como considerações finais a autoras dizem: "Ressalta-se a importância não só da inclusão, mas da discussão das possibilidades
pedagógicas de utilização dos blogs na educação. Destaca-se que a utilização das
blogquests é apenas uma das possibilidades do uso dos blogs na educação. Estes
continuam sendo explorados por professores e estudantes de diferentes níveis de ensino.
Em consequência disso, surgem e se consolidam novas possibilidades de exploração dos
blogs no processo de aprendizagem."
domingo, 14 de abril de 2019
quinta-feira, 11 de abril de 2019
quinta-feira, 4 de abril de 2019
04/04/2019 Novas Práticas de Leitura e Escrita: Letramento na Cibercultura
Referência:
SOARES, Magda. Novas práticas de leitura e escrita: Letramento na cibercultura. Educ. Soc., vol.23, n.81, p.143-160, dez.2002.
Considerações:
Letrar
“ação educativa de desenvolver
o uso de práticas sociais de leitura e de escrita,
para além do apenas ensinar a ler e a escrever,
do alfabetizar”.
“letramento: estado resultante da ação de letrar”.
Para a análise das tecnologias tipográficas e digitais de leitura e escrita
de textos e hipertextos,
são aqui considerados os dois elementos mais
relevantes de diferenciação entre elas:
o espaço de escrita e
os mecanismos de produção, reprodução e
difusão da escrita”.
Espaço de escrita: “ O espaço de escrita condiciona, sobretudo, as relações entre
escritor e leitor, entre escritor e texto, entre leitor e texto”.
“O texto no papel é escrito e é lido
linearmente, sequencialmente – da
esquerda para a direita, de cima para
baixo, uma página após a outra;
o texto na tela – o hipertexto – é escrito e
é lido de forma multilinear, multisequencial, acionando-se links ou nós
que vão trazendo telas numa
multiplicidade de possibilidades, sem
que haja uma ordem predefinida”.
“a tela como espaço de escrita e de leitura
traz não apenas novas formas de acesso à informação,
mas também novos processos cognitivos, novas formas de
conhecimento, novas maneiras de ler e de escrever, enfim,
um novo letramento, isto é, um novo estado ou condição
para aqueles que exercem práticas de escrita e de leitura na
tela”.
LETRAMENTO DIGITAL:
O conceito de letramento, ao ser incorporado
à TD, significa que, para além do domínio
de "como" se utiliza essa tecnologia, é
necessário se apropriar do "para quê" utilizar
essa tecnologia.
Por exemplo: ao fazer um curso sobre planilha
eletrônica, editor de texto... aprende-se a
dominar os códigos dessa linguagem, nos
alfabetizamos nela. Mas somente ao
incorporarmos essas habilidades em nosso
dia-a-dia é que passarão a fazer sentido.
A compreensão que temos do letramento
digital relaciona-se ao uso de tecnologias
digitais de modo crítico e consciente a fim de
fazer sentido do seu uso.
O ato de ler “implica sempre percepção crítica,
interpretação e ‘reescrita’ do lido” (FREIRE,
2003, p. 21); o leitor precisa apropriar-se do
que leu, porque a “leitura é sempre
apropriação, invenção, produção de
significados” (CHARTIER, 1998, p. 77).
Na escola o letramento digital implica em
oportunizar a utilização e apropriação das TD
como instrumentos de leitura e escrita de
forma relacionada às práticas educativas e
considerando o contexto social do estudante.
Uma possibilidade de considerar o letramento
é a partir de três eixos:
pesquisar,
publicar e
comunicar-se digitalmente.
quinta-feira, 28 de março de 2019
21 e 28/3 Nativos e Imigrantes Digitais
Referência:
Considerações:
O crescente avanço tecnológico traz uma revolução não somente para o mundo em que vivemos, mas para todas as esferas educacionais. Nunca foi tão fácil aprender, a internet com inúmeros aplicativos e sites abrem novos horizontes para o aprendizado. Porém muitas dúvidas surgem ao uso dessas tecnologias: será que nossas crianças já estão preparadas para aprenderem sozinhas em computadores, tablets e smartphones, será que o professor se tornou obsoleto diante de tanta informação? Não há dúvida que todas essas transformações têm exigido muito de todos, principalmente educadores e pensadores, surgindo uma nova leitura e interpretação de mundo.
As pessoas que nasceram na era tecnológica e tem isso como
algo natural se diferenciam pela maneira em que pensam e processam as
informações, a estes o texto os conceitua como nativos digitais.
O autor Prensky (2011, p.1), em sua pesquisa traz concepções
do tempo do educando: “...Em média, um aluno graduado atual passou menos de
5.000 horas de sua vida lendo, mas acima de 10.000 horas jogando vídeo games
(sem contar as 20.000 horas assistindo à televisão)...”.
Essa revolução entre o tempo em que se passa lendo livros
físicos e a nova leitura em diversos meios na internet é visto por alguns
educadores com certa euforia e por outros com uma exagerada preocupação.
A inserção das tecnologias na sala de
aula é uma realidade e deve ser realizada pelos professores, essa prática é
assegurada pelos Planos Curriculares Nacionais bem como, pela nova Base
Nacional Comum Curricular que muito vem sendo discutida. Porém, cabe ao
professor mediar e assegurar que essas intervenções sejam orientadas e guiadas
para que o ensino aprendizagem ocorra.
“chegou-se a um
ponto onde os educadores devem dar um passo atrás e pensarem cuidadosamente
como esta avalanche tecnológica se ajusta ao seu esquema educacional, pois
existem muitos educadores que pensam que a tecnologia sozinha é uma panaceia
para a educação e que, simplesmente aplicando toda esta tecnologia atual
estarão resolvidos todos os problemas educacionais.” (FERREIRA, 1998, P.1)
As TIICs não são a salvação para o
sistema educacional, mas para um aluno que já está inserido ao mundo digital,
pode ser uma boa ferramenta para aproximar o conteúdo teórico à realidade
virtual a qual ele já está tão acostumado. Cabe a nós professores, nos
apropriarmos deste “novo” conhecimento e fazer uso em nossas salas de aula.
Referência adicional:
FERREIRA, F. As Tecnologias Interativas no Ensino. Química Nova, 780-786. 1998.
quinta-feira, 7 de março de 2019
Word Cloud - 07/03/2019

A ESCOLA é o palco de encontro dos saberes entre ALUNOS e PROFESSORES, em que se alia o CONHECIMENTO, o ENSINO e a APRENDIZAGEM. É na SALA DE AULA que a magia da DOCÊNCIA acontece.
07/03/2019_ Modelos pedagógicos e modelos epistemológicos
Referência:
BECKER, Fernando. Modelos pedagógicos e modelos epistemológicos. BECKER, Fernando. Educação e construção do conhecimento: revista e ampliada. 2 ed. Porto Alegre: Penso, 2015.
Considerações:
O texto apresenta algumas considerações entre o exercício da docência e as atividades de sala de aula. Sendo ela: Pedagogia diretiva, pedagogia não diretiva e pedagogia relacional ou construtivista. Farei as considerações pertinentes em cada uma dela abaixo:
PEDAGOGIA DIRETIVA: (S<-O)
Podemos relacionar com a pedagogia tradicional.
O professor é o detentor do conhecimento.
Sala de aula organizada, carteiras disposta em fileiras.
Alunos em silencio, aguardando o que deve ser executado.
A palavra é monopólio do professor.
O aluno somente faz o que é exigido pelo professor.
O professor acredita que o conhecimento pode ser "transmitido" para o aluno.
Aluno considerado pelo professor como "tábula rasa".
Nada de novo acontece nesta sala de aula: novas perguntas são respondidas com velhas respostas.
"O professor ensina e o aluno aprende"
PEDAGOGIA NÃO DIRETIVA: (S->O)
Professor auxiliar do aluno.
O professor deve intervir o mínimo possível.
O aluno já nasce com seu conhecimento ele só precisa de oportunidade para rechear seu conhecimento.
O professor não diretivo acredita que o aluno aprende por si mesmo.
Ensinar? Nem pensar! Ensinar prejudica o aluno.
Nesse modelo tudo está previsto.
O aluno, pelas suas condições prévias, determina a ação - ou omissão - do professor.
O professor é despojado de sua função.
Nessa relação, o polo do ensino é desautorizado, e o da aprendizagem, ou do aluno, é tornado absoluto.
PEDAGOGIA RELACIONAL: (S<-->O)
Pedagogia focada na relação entre aluno e professor.
O papel do professor é fomentar o conhecimento.
Após um debate o aluno constrói o próprio conhecimento, de acordo com a fase cognitiva em que se encontra.
Piaget na teoria da assimilação/acomodação.
Método construtivista.

Fonte: http://psicoativo.com/wp-content/uploads/2016/08/andaimes-vygotsky-criancas-brincando.gif Acesso em 6. Mar. 2019.
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