quinta-feira, 28 de março de 2019

21 e 28/3 Nativos e Imigrantes Digitais

Referência:

PRENSKY, Marc. Nativos Digitais, Imigrantes Digitais. On the Horizon NCB  University Press, Vol.9 No 5, Out. 2001.

Considerações:


O crescente avanço tecnológico traz uma revolução não somente para o mundo em que vivemos, mas para todas as esferas educacionais. Nunca foi tão fácil aprender, a internet com inúmeros aplicativos e sites abrem novos horizontes para o aprendizado. Porém muitas dúvidas surgem ao uso dessas tecnologias: será que nossas crianças já estão preparadas para aprenderem sozinhas em computadores, tablets e smartphones, será que o professor se tornou obsoleto diante de tanta informação? Não há dúvida que todas essas transformações têm exigido muito de todos, principalmente educadores e pensadores, surgindo uma nova leitura e interpretação de mundo. 
As pessoas que nasceram na era tecnológica e tem isso como algo natural se diferenciam pela maneira em que pensam e processam as informações, a estes o texto os conceitua como nativos digitais.
 Diante disso, os chamados de imigrantes digitais, que nasceram antes da tecnologia digital, tentam se adaptar as supermodernidades e facilidades apresentadas e tem dificuldade para abandonar o papel e certa desconfiança a ser tudo através da internet. 
O autor Prensky (2011, p.1), em sua pesquisa traz concepções do tempo do educando: “...Em média, um aluno graduado atual passou menos de 5.000 horas de sua vida lendo, mas acima de 10.000 horas jogando vídeo games (sem contar as 20.000 horas assistindo à televisão)...”.
Essa revolução entre o tempo em que se passa lendo livros físicos e a nova leitura em diversos meios na internet é visto por alguns educadores com certa euforia e por outros com uma exagerada preocupação.
A inserção das tecnologias na sala de aula é uma realidade e deve ser realizada pelos professores, essa prática é assegurada pelos Planos Curriculares Nacionais bem como, pela nova Base Nacional Comum Curricular que muito vem sendo discutida. Porém, cabe ao professor mediar e assegurar que essas intervenções sejam orientadas e guiadas para que o ensino aprendizagem ocorra.
 “chegou-se a um ponto onde os educadores devem dar um passo atrás e pensarem cuidadosamente como esta avalanche tecnológica se ajusta ao seu esquema educacional, pois existem muitos educadores que pensam que a tecnologia sozinha é uma panaceia para a educação e que, simplesmente aplicando toda esta tecnologia atual estarão resolvidos todos os problemas educacionais.” (FERREIRA, 1998, P.1)

As TIICs não são a salvação para o sistema educacional, mas para um aluno que já está inserido ao mundo digital, pode ser uma boa ferramenta para aproximar o conteúdo teórico à realidade virtual a qual ele já está tão acostumado. Cabe a nós professores, nos apropriarmos deste “novo” conhecimento e fazer uso em nossas salas de aula.

Referência adicional:
FERREIRA, F. As Tecnologias Interativas no Ensino. Química Nova, 780-786. 1998.

quinta-feira, 7 de março de 2019

Word Cloud - 07/03/2019




A ESCOLA é o palco de encontro dos saberes entre ALUNOS e PROFESSORES, em que se alia o CONHECIMENTO, o ENSINO e a APRENDIZAGEM. É na SALA DE AULA que a magia da DOCÊNCIA acontece.

07/03/2019_ Modelos pedagógicos e modelos epistemológicos

Referência:
BECKER, Fernando. Modelos pedagógicos e modelos epistemológicos. BECKER, Fernando. Educação e construção do conhecimento: revista e ampliada. 2 ed. Porto Alegre: Penso, 2015.

Considerações:

        O texto apresenta algumas considerações entre o exercício da docência e as atividades de sala de aula. Sendo ela: Pedagogia diretiva, pedagogia não diretiva e pedagogia relacional ou construtivista. Farei as considerações pertinentes em cada uma dela abaixo:

PEDAGOGIA DIRETIVA: (S<-O)
Podemos relacionar com a pedagogia tradicional.
O professor é o detentor do conhecimento.
Sala de aula organizada, carteiras disposta em fileiras.
Alunos em silencio, aguardando o que deve ser executado.
A palavra é monopólio do professor.
O aluno somente faz o que é exigido pelo professor.
O professor acredita que o conhecimento pode ser "transmitido" para o aluno.
Aluno considerado pelo professor como "tábula rasa".
Nada de novo acontece nesta sala de aula: novas perguntas são respondidas com velhas respostas.
"O professor ensina e o aluno aprende"

PEDAGOGIA NÃO DIRETIVA: (S->O)
Professor auxiliar do aluno.
O professor deve intervir o mínimo possível.
O aluno já nasce com seu conhecimento ele só precisa de oportunidade para rechear seu conhecimento.
O professor não diretivo acredita que o aluno aprende por si mesmo.
Ensinar? Nem pensar! Ensinar prejudica o aluno. 
Nesse modelo tudo está previsto.
O aluno, pelas suas condições prévias, determina a ação - ou omissão - do professor.
O professor é despojado de sua função.
Nessa relação, o polo do ensino é desautorizado, e o da aprendizagem, ou do aluno, é tornado absoluto.

PEDAGOGIA RELACIONAL: (S<-->O)
Pedagogia focada na relação entre aluno e professor.
O papel do professor é fomentar o conhecimento.
Após um debate o aluno constrói o próprio conhecimento, de acordo com a fase cognitiva em que se encontra.
Piaget na teoria da assimilação/acomodação.
Método construtivista.



Resultado de imagem para teoria construtivista
Fonte: http://psicoativo.com/wp-content/uploads/2016/08/andaimes-vygotsky-criancas-brincando.gif Acesso em 6. Mar. 2019.